Albert Einstein
terça-feira, 18 de novembro de 2008
O amor existe para ser belo.
O encanto inicial, a primeira conversa, os bons momentos que partilham juntos. Tudo é novidade, tudo se resume na vontade de estar ao lado do outro.
Declarações de amor, não existem defeitos, apenas as qualidades são levadas em consideração, neste momento a individualidade e a naturalidade ainda fazem parte de cada ser. Até chegarem a conclusão que encontraram a pessoa certa, encontraram o verdadeiro amor.
Algum tempo passa, e resolvem assumir a relação. O convívio diário, as pressões, as difculdades, o convívio dentro de um território até então desconhecido, o território do outro.
É neste momento que os defeitos e as diferenças começam a fazer parte do relacionamento. O diálogo já não é mais o mesmo, as acusações começam a aparecer. O carinho e amor de pouco tempo atrás da espaço para as acusações, brigas e a falta de respeito.
Cada qual quer moldar seu parceiro da sua maneira. Fazé-lo pensar como ele pensa, agir como age. Exige que os 2 se tornem apenas um. E a partir do momento que isso acontece o casal perde a sua referência, perde a sua individualidade.
Aquele amor que parecia eterno no início, começa a se transformar em uma ilusão.
Onde foi parar aquela pessoa maravilhosa? Onde foram parar as declarações de amor?
É neste momento que chegam a conclusão de que o amor não existe, que foram enganados pelo destino e transferem toda a culpa do relacionamento não ter dado certo ao outro. Este é o momento de nomear os culpados.
Não conseguem enxergar onde está o erro. E com isso muitos namoros, noivados e casamentos se desfazem.
As razões para que os relacionamentos cheguem ao fim é porque o respeito pelo outro e a consideração se desfazem. O casal deixa de ser individual.
O ciume toma conta do coração, a desconfiança se faz presente e o desejo de moldar o parceiro a sua meneira destroe qualquer sentimento de amor.
É neste momento que apacerece a falta do amor próprio e a pessoa começa a buscar no outro as respostas para tudo em sua vida. Neste momento a insegurança aparece, aumentando ainda mais o ciúmes, as brigas e o fim do relacionamento é uma questão de tempo.
Esquecem que quando se conheceram, eram cheios de vida, projetos, sonhos e ideais. Esquecem que eram ‘individuais’, esquecem que eram seguros de si, esquecem que esqueceram de si mesmos. Afinal, quem poderia imaginar que aquela pessoa se revelaria de forma oposta a tudo aquilo que conhecera?
Será mesmo? Será que esta pessoa no fundo já não era alguém um tanto afastado da realidade e se empolgou nos delírios de um início de relacionamento? Deixando-se envolver totalmente pelos encantos do outro, vivendo a vida do outro? No outro extremo, qual seria a razão? Se eu tivesse a certeza de um amor verdadeiro e de repente este acabar em nada? O amor precisa ser cultivado, cuidadosamente zelado, carinhosamente aquecido. O amor protege suavemente e jamais sufoca.
O verdadeiro amor sabe que ninguém pertence a ninguém, e por este motivo não perde a sua individualidade. É original, autêntico, compreensivo e acima de tudo, respeita o outro e também a si mesmo, e permanece firme em si, sem espaço para o egoísmo ou orgulho. Como pode um relacionamento dar certo se este não for cultivado? Como dois seres podem encontrar a felicidade se confundem amor com apego? Neste momento, deixa-se de acreditar na Grandeza do Amor.
Cultive o amor em seu interior com suavidade, sem egoímo e apego. Não permita que o orgulho e o egoísmo lhe consuma a alma e lhe impeça de viver os melhores momentos de sua vida.
O orgulho e o egoísmo são as raízes de todos os males: o ser humano é egoísta demais para dar e orgulhoso ao extremo para receber. Isso é triste, pois impede de encontrar e manter os amores em nossas vidas, principalmente nosso amor próprio.
Ame você mesmo, ame o outro e deixe-se amar."
Declarações de amor, não existem defeitos, apenas as qualidades são levadas em consideração, neste momento a individualidade e a naturalidade ainda fazem parte de cada ser. Até chegarem a conclusão que encontraram a pessoa certa, encontraram o verdadeiro amor.
Algum tempo passa, e resolvem assumir a relação. O convívio diário, as pressões, as difculdades, o convívio dentro de um território até então desconhecido, o território do outro.
É neste momento que os defeitos e as diferenças começam a fazer parte do relacionamento. O diálogo já não é mais o mesmo, as acusações começam a aparecer. O carinho e amor de pouco tempo atrás da espaço para as acusações, brigas e a falta de respeito.
Cada qual quer moldar seu parceiro da sua maneira. Fazé-lo pensar como ele pensa, agir como age. Exige que os 2 se tornem apenas um. E a partir do momento que isso acontece o casal perde a sua referência, perde a sua individualidade.
Aquele amor que parecia eterno no início, começa a se transformar em uma ilusão.
Onde foi parar aquela pessoa maravilhosa? Onde foram parar as declarações de amor?
É neste momento que chegam a conclusão de que o amor não existe, que foram enganados pelo destino e transferem toda a culpa do relacionamento não ter dado certo ao outro. Este é o momento de nomear os culpados.
Não conseguem enxergar onde está o erro. E com isso muitos namoros, noivados e casamentos se desfazem.
As razões para que os relacionamentos cheguem ao fim é porque o respeito pelo outro e a consideração se desfazem. O casal deixa de ser individual.
O ciume toma conta do coração, a desconfiança se faz presente e o desejo de moldar o parceiro a sua meneira destroe qualquer sentimento de amor.
É neste momento que apacerece a falta do amor próprio e a pessoa começa a buscar no outro as respostas para tudo em sua vida. Neste momento a insegurança aparece, aumentando ainda mais o ciúmes, as brigas e o fim do relacionamento é uma questão de tempo.
Esquecem que quando se conheceram, eram cheios de vida, projetos, sonhos e ideais. Esquecem que eram ‘individuais’, esquecem que eram seguros de si, esquecem que esqueceram de si mesmos. Afinal, quem poderia imaginar que aquela pessoa se revelaria de forma oposta a tudo aquilo que conhecera?
Será mesmo? Será que esta pessoa no fundo já não era alguém um tanto afastado da realidade e se empolgou nos delírios de um início de relacionamento? Deixando-se envolver totalmente pelos encantos do outro, vivendo a vida do outro? No outro extremo, qual seria a razão? Se eu tivesse a certeza de um amor verdadeiro e de repente este acabar em nada? O amor precisa ser cultivado, cuidadosamente zelado, carinhosamente aquecido. O amor protege suavemente e jamais sufoca.
O verdadeiro amor sabe que ninguém pertence a ninguém, e por este motivo não perde a sua individualidade. É original, autêntico, compreensivo e acima de tudo, respeita o outro e também a si mesmo, e permanece firme em si, sem espaço para o egoísmo ou orgulho. Como pode um relacionamento dar certo se este não for cultivado? Como dois seres podem encontrar a felicidade se confundem amor com apego? Neste momento, deixa-se de acreditar na Grandeza do Amor.
Cultive o amor em seu interior com suavidade, sem egoímo e apego. Não permita que o orgulho e o egoísmo lhe consuma a alma e lhe impeça de viver os melhores momentos de sua vida.
O orgulho e o egoísmo são as raízes de todos os males: o ser humano é egoísta demais para dar e orgulhoso ao extremo para receber. Isso é triste, pois impede de encontrar e manter os amores em nossas vidas, principalmente nosso amor próprio.
Ame você mesmo, ame o outro e deixe-se amar."
A vida me ensinou
"A dizer adeus às pessoas que amo, sem tira-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostra-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças;
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo;
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher."
O texto não é meu, retirei do blog da querida Daniela Escobar (www.bloglog.com.br/danielaescobar), mas reflete um pouco dos meus sentimentos, por isso achei interessante publicar.
domingo, 16 de novembro de 2008
2009 chegando
Estamos próximos do final do ano.
Junto com a chegada dele, chegam também promessas, desejos e sonhos.
O que vocês acham de começarmos a fazer juntos um planejamento para 2009?
Comentem!!!
"Sabemos muito pouco o que nós somos e menos ainda o que podemos ser".
Lord Byron
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A o amor...
Hoje recebi a sugestão de uma amiga para escrever sobre "amores que fazem mal".
Gostei do tema, e pode ser que eu realmente escreva sobre ele. Porém acredito que o amor não faz mal. Se uma relação não faz bem pra gente, pode ter certeza que existe tudo nela, menos amor.
Volto depois falar sobre isso.
domingo, 9 de novembro de 2008
Obrigado...
Nos últimos dias recebi vários e-mails e comentários referentes aos assuntos postados aqui no blog. É muito interessante saber a opinão de cada um, daqueles que concordam, dos que discordam e dos que sugerem. Todo e qualquer comentário é válido e com certeza fará parte de alguma forma dos próximos posts. Portanto deixo um beijo especial para:
Julia Negreiros
Najoa Hishmeh - Já tenho onde ficar em Dubai nas férias.
Saskia
Evani Moreira
Sirlene de Oliveira
Cristina Alves
Na
Helena Di Beneditto
Cristiane Tambascia
Raissa Batista
Caroline Gobel
Margarete
Juliana Castelo Branco
Michelle Cristina Pereira
Juceli Makohin
Carlos Luchessi
Ci
Kika
Rosa
Damaris Cristina
Nádia Almeida
Adriano Bassoi
Lucienne Assis
Leda Garcia
Fabiana
Aracélie Majerhoffer
Olívia Otis
Rafael Venuto
Caroline Gobel
Tereza Cristina
Amanda Gomes
Gecilda de Oliveira
Cristiane Tambascia
Suelane
Tatiana Viana
Gisele Lemos
Suzana Suzuki
Andrea Gonçalves
Ylena Cunha
Maria Goreti
Elaine Cristina
Gschineider
Nice Pinheiro
Maria Estela Costa
Fernanda Oliveira
Luiz Lanza
Fernanda Lara
Geissy
Lídia Bela de Moçambique
Michele
Rafaela
Paula Marques
Sirlei
Naira Zanetti
Daniele
Julio Carrara - Primos? rs
Giovanna
Conde
Camilla Leonel
Débora
Patrícia Alves
Ana Virginia
Vera Lúcia
Carina Almeida
Bell
Nívia Mária
Daiane
Juju
Elisangela Pinto
Jonice
Maysa
Cris
Simome Fernandes
Adriana Silva
Jailton
Camila Souza
Renata
Rômulo Nascimento
Lucivânia
Viviana Xavier
Nise
Vanessa
Tereza Arruda
Michele Pereira
Margarete
Gabriela
Alba Vieira
Thiago Gomes
Sissy M.
Cristina Alves
Gisele Lemos
Rosa Oliveira
Caroline
Ana Catarina
Silvia Abreu
Susan Vasconcelos
Juliana T.
Maisa
Denize
Cris S.
Betramela
Rê
Vania
Tê
Shara
Amelinha
Simone
Ana
Walnei Arenque, obrigado pelo convite.
Jonice
Maclau
E a todos os "anonimos" que também enviaram tantos comentários.
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