Chico Xavier
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Eu, visto pelo outro
Quem sou eu? Eu vivo pra saber. Interessante descoberta que passa o tempo todo pela experiência de ser e estar no mundo. Eu sou e me descubro ainda mais no que faço. Faço e me descubro ainda mais no que sou. Partes que se complementam.
O interessante é que a matriz de tudo é o "ser". É nele que a vida brota como fonte original. O ser confuso, precário, esboço imperfeito de uma perfeição querida, desejada, amada. Vez em quando, eu me vejo no que os outros dizem e acham sobre mim. Uma manchete de jornal, um comentário na internet, ou até mesmo um email que chega com o poder de confidenciar impressões. É interessante. Tudo é mecanismo de descoberta.
Para afirmar o que sou, mas também para confirmar o que não sou.Há coisas que leio sobre mim que iluminam ainda mais as minhas opções, sobretudo quando dizem o absolutamente contrário do que sei sobre mim mesmo. Reduções simplistas, frases apressadas que são próprias dos dias que vivemos. O mundo e suas complexidades. As pessoas e suas necessidades de notícias, fatos novos, pessoas que se prestam a ocupar os espaços vazios, metáforas de almas que não buscam transcendências, mas que se aprisionam na imanência tortuosa do cotidiano. Tudo é vida a nos provocar reações.Eu reajo.
Fico feliz com o carinho que recebo, vozes ocultas que não publico, e faço das afrontas um ponto de recomeço. É neste equilíbrio que vou desvelando o que sou e o que ainda devo ser, pela força do aprimoramento. Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo. Ou porque sou projetado melhor do que sou, ou porque projetado pior. Não quero nenhum dos dois. Eu sei quem eu sou. Os outros me imaginam. Inevitável destino de ser humano, de estabelecer vínculos, cruzar olhares, estender as mãos, encurtar distâncias. Somos vítimas, mas também vitimamos. Não estamos fora dos preconceitos do mundo. Costumamos habitar a indesejada guarita de onde vigiamos a vida.
Protegidos, lançamos nossos olhos curiosos sobre os que se aproximam, sobre os que se destacam, e instintivamente preparamos reações, opiniões. O desafio é não apontar as armas, mas permitir que a aproximação nos permita uma visão aprimorada. No aparente inimigo pode estar um amigo em potencial. Regra simples, mas aprendizado duro.Mas ninguém nos prometeu que seria fácil. Quem quiser fazer diferença na história da humanidade terá que ser purificado neste processo. Sigamos juntos. Mesmo que não nos conheçamos. Sigamos, mas sem imaginar muito o que o outro é. A realidade ainda é base sólida do ser.
Padre Fábio de Melo
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Corrigindo a rota.
As vezes chega o momento de parar, pensar e ver até que ponto tudo o que a gente tem feito tem valido a pena.
Pensar nas coisas que abrimos mão pelo simples fato de acreditar no poder dos sonhos.
Sonhos que nem sempre chegam, nem sempre alcançamos. E quando isso acontece, a melhor coisa a se fazer é refletir sobre nossas escolhas. Se erramos e onde erramos.
Devemos ter sempre o coração e a mente aberta pra isso, para aceitar os erros e aceitar também os acasos da vida.
Não somos máquinas programadas, na maioria das vezes cometemos erros pela simples vontade de acertar, de ser feliz.
Mas assim é a vida e a única coisa que não podemos é desistir.
E para isso existe o tempo.
E o tempo, meus queridos, o tempo é o único amigo verdadeiro que temos. Se nele aprendemos a confiar, todas as respostas nos serão dadas. A tempo. De não deixarmos de acreditar, de renovarmos os sonhos, mas não desistirmos deles. De entendermos o propósito da dor e não mais precisarmos fugir dela. E assim seguimos em frente com o coração já não tão aberto, mais inteiro. E quando for o momento certo estar pronto para amar de novo, sem pressa, sem satisfações a dar, sem comparações a fazer, sem medo!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
E aí quando a gente se sente sozinho?
A solidão vem quando não tem ninguém pra dividir a rede com você ou quando o celular não toca mais ou quando não tem mais ninguém pra lutar por um pedaço de chocolate na sua casa ou quando nem chocolate na sua casa tem. Ela vem sozinha, porque solidão que é solidão nunca está acompanhada. Quando você se pega conversando sozinho na caminhada ou rindo sem saber do que. As ainda bem que a gente sorri, milhões de vezes a mais na vida do que se sente sozinho. Quando ganha outro sorriso, um bombom ou um beijo. Ou num momento inesperado, quando o celular toca e a mensagem diz que alguém te ama. Sorri quando encontra amigos de verdade. Sorri até sem querer. Disseram um dia que um sorriso melhora tudo, tanto pra quem o dá quanto pra quem o recebe. Mas você sorri principalmente quando faz alguém sorrir, porque daí vem a certeza de que já não se está mais sozinho.
Post retirado do blog www.quintaldefelicidades.blogspot.com
Boa semana
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